Outros comentários…

Uia.
Além dos meus 15 minutos de fama, vai rolar mais coisa pelo jeito.
Hoje a moça-joanina Zel, amiga de longa data, resolveu colocar on-line um ensaio de fotos. E digamos assim… au naturel.
Bateu uma curiosidade? Quer ir ver? Bom, um aviso: só para maiores de 18, vacinados, e com neurônios e hormônios em dia. Não me responsabilizo. 😛 Vá aqui
A foto de “capa de disco” ficou ótima. Parabéns pro Mig, o fotógrafo. 🙂

I’ve been caught. Again.

E fui pego novamente. Patrulha interna do Absurdetz
Ô seu FH maledeto… ok… ok… Eu errei. Mas nem venha me falar que foi mistype o seu erro, kengo duma figa. 😛

Fama…

Bom, hoje vou aproveitar meus 15 minutos de fama… Saí em uma matéria do Estadão. Como sempre, meia hora de papo rende poucas linhas publicadas. Mas pelo menos não falaram “X” quando eu disse “Y”. Meno male. E publicar minha foto foi uma péssima idéia. Tirou 50% da credibilidade da matéria. eheheh Como disse a Clariça, sempre escolhem a pior foto. ehehhe
Ah sim… acordei com uma dor de cabeça horrenda. Tomei um café da manhã reforçado de novo, um analgésico, e vim para a labuta. Gripe realmente sucks. Me deixa imprestável, mas hoje não posso estar imprestável. Então, me entupo de porcarias (alopatia mesmo) e pronto.

Lembretes…

Aliás, uma última coisa antes do mané aqui ir dormir… Lista de pendências electrónicas para a semana… 😛
Acabar o presente prometido para o prof. Gabriel, dar um jeito no resto do layout do Mundissa, acabar de colocar no ar os posts antigos do Absurdetz, e conseguir colocar o Os Mano funcionando para usuários do Netscape Complicator. Já funciona legal com o MS Exploder.
Bom, eu realmente estou sem sono, e minha cabeça dói BEM menos. Mesmo correndo o risco de não acordar em condições de trabalho amanhã, não vou me obrigar a dormir agora. O jetcho é pegar minha porção sagrada de trufas da dona Vera (aliás.. MARAVILHOSAS), ficar por aqui, e enrolar um pouco então… Ah sim… já que algumas pessoas acabam lendo esse meu blog (um alô pros manos do CP288, que têm passado por aqui que eu sei), vou escrever sobre uma coisa que pouca gente sabe.
Alguém aí sabia que o Brasil requereu, junto à ONU, para que seja “incorporado” ao território nacional a faixa de 200 milhas a partir do litoral brazuca? Bom, algumas pessoas sabem. O que pouca gente sabe, é que o Brasil tem um prazo, que termina em 2004/2005 para entregar um relatório, dizendo quais são os recursos naturais disponíveis nessa faixa do litoral. Mas para quê, cara-pálida? Simples: para que o Brasil possa explorar comercialmente essa faixa de mar, extraindo e fazendo uso dos recursos naturais existentes.
Isso quer dizer que uma montanha de relatórios deverá ser produzida, dizendo por exemplo, qual é a capacidade de pesca de certa região, sem que haja um impacto ambiental relevante. E isso vale para petróleo, pesca, recursos minerais… Ou seja, é uma simples questão de soberania nacional. E além disso, é necessário que, depois dessa fase, o Brasil consiga fazer uso dessa capacidade. Caso contrário, outro país pode requerer junto à ONU o direito de explorar o potencial não utilizado pelo Brasil. O que já está pronto? Pelo que eu saiba, a Bahia já está fazendo as pesquisas e pagando alguns milhões a uma firma gringa para que esse estudo seja realizado.
Não que eu seja um nacionalista ferrenho. Mas falta pouco tempo. :/ Será que vai acontecer o mesmo que aconteceu com a energia elétrica? O Governo só vai se dar conta disso quando não houver mais tempo, e tomará medidas emergenciais para resolver mal e porcamente essa questão? Ou será que os outros países estão fazendo agrados para que esse estudo não seja efetivado? Eu sei que tem gente que está correndo atrás, mas sem a ajuda do Governo (ou seja, verba para pesquisa e equipamentos), isso não vai andar muito rápido. Espero realmente que esse assunto não vire pizza. Só para variar um pouco.
Vou dormir. Conto outra hora o que é que eu tenho a ver com o assunto.
Inteh. 🙂

Argh..

Recesso de dois dias… gripe é um saco.
Hoje por exemplo, acordei parecendo um tapete pós-faxina… Me lembrei daqueles filmes, quando estendem um tapete e batem no coitado para tirar o pó. Pois é, hoje pela manhã eu era esse tapete. Da cabeça aos pés, nada não doía. Pentear o cabelo doía. Lavar o rosto doía. Acho que só respirar não doía.
Hm… e meu humor… perfeito! Perfeito para não falar com ninguém, e não sair do quarto para nada. O almoço com meu pai, mano Du e a futura cunhada foi rápido. E eu quase não senti o gosto de nada. Isso também é um lixo.
Resumindo: quando estou gripado, não chegue perto. Péssimo humor, e nada resolve. Depois de um analgésico básico (meu mano me mata se souber), eu melhorei um pouco. Aproveitei para preparar uma vitamina gigantesca, e uma super alimentação. Amanhã tenho uma tonelada de coisas para fazer, e não posso me dar ao luxo de estar gripado e não fazer nada.
Tenho que me cuidar melhor. Essa minha dieta de faquir durante a semana ainda vai me custar caro.
Bom, vou tentar dormir. Passei mais da metade do dia na cama, e agora estou sem sono algum. E eu sei que preciso dormir para não acordar um lixo daqui a pouco.
Bom início de semana pra todos… sem gripe. 🙂
Aliás… vou aproveitar para colocar uma parte da minha leitura em dia… quase uma centena de e-mails sem resposta.
Inteh. 🙂

Arquitetura

Estou espantado. Estou disposto pela primeira vez, em MUITOS anos, a escrever e a comentar algo sobre arquitetura. Já não era sem tempo. 😛
Recomendação de leitura básica:
Bruno Zevi, “Para saber ver a arquitetura”. Bem bacana, e tem muitos conceitos básicos. 🙂 Tem um outro, que se não me falha a memória chama “Depoimentos”, e que é uma compilação de várias entrevistas, trechos de textos, e depoimentos (!!!) de arquitetos brasileiros, sobre assuntos variados. Muito bom também, já que dá pra ter uma idéia de como os arquitetos famosos do Brasil encaram questões relativas ao processo de projeto, dentre outros assuntos.
Ah… e para quem gosta de arte… Concerning the Spiritual in Art (algo como A questão espiritual na arte) de Kandinsky (é… ele também escrevia), Chipp Browning, com Teorias da arte moderna, Pintura e Sociedade, Pierre Francastel, e o tio Wolfflin (que eu achei cansativo)…
Todo esse material já serve como um ponto de partida para quem gosta de ficar viajando com a arte não tão recente assim, mas com um pouco de base. Quer dizer, com base nas opiniões desses tios aí. 😛
Mas o legal de tudo é que cada um desses três autores encaram a arte, a criação, e a interação com o seu tempo de uma maneira diferente. Ou seja: dá pra ter pelo menos mais argumentos para chutar a barriga daquele primo chato e que acha que sabe tudo falar que um Gauguin é modernoso. Ou muito barroco. Ou rococó. 😛
Boa leitura. 🙂

Trabalho…

Bom, agora estou com pregui… e vou escrever sobre trabalho, ao invés de trabalhar. Hm… vou ter que ser breve. Tenho um caminhão de coisas por aqui.
Em primeiro lugar, para aquelas pessoas pós-puberdade, que ainda não sabem o que fazer da vida, um conselho: não escolham uma carreira que vocês não gostem, por mais que dê dinheiro. Trabalhar sem tesão não rola. É um saco. É infernal. Em suma: sucks.
Felizmente, (por eliminação, é bem verdade), caí numa área que me deixa satisfeito. Ainda não financeiramente, mas vai rolar também. Arquitetura. Coisa de viado, muita gente diz. Ha. So what?
Engenheiros civis de plantão: não… eu não fui macho o suficiente pra fazer engenharia. E não faço decoração também. Piadinha mais batida né? 😛 Não quero iniciar uma flame war por aqui. Só acho engraçado o fato de muita gente ter uma idéia fixa sobre o que as pessoas fazem. 😛
Na verdade, não tenho muito contato com a parte de obras civis.
E o que eu faço, afinal? Duas coisas, basicamente: pesquisa na área acadêmica, e trabalho como todo pobre brasileiro. Não nasci em berço de ouro, e ainda não ganhei na mega sena.
Aqui no laboratório (na verdade são dois), fazemos de tudo um pouco: programação visual, desenho industrial, diagramação / editoração… e projetos de arquitetura, é claro. Tudo isso para adaptar e adequar as salas de aula dos cursos de graduação para as necessidades de hoje. Eu fico embasbacado como a preguiça impera em alguns setores públicos. Desde quando uma sala de aula para o curso de Odonto é IGUAL à uma sala de um curso de Economia? O pessoal parece preferir o modelo “projeto-carimbo”. Sala de aula para 40 lugares: carimbo sa40. Auditório para 150 pessoas: carimbo au150. E fica por isso mesmo. Eles devem achar que padronização é REPETIÇÃO. Aliás, sobre a questão de “criar e projetar” eu divago depois.
No outro laboratório, o projeto é um pouco diferente. Um navio. É, aquela coisa monstruosa, que colocamos na água e não afunda. Tem gente da Naval e do Oceanográfico, em três equipes multidisciplinares. Da FAU, é uma equipe com três subdivisões: Arranjo geral, layout, circulação e arquitetura naval em geral; ergonomia; e programação visual e sinalização. Muito legal. A página entra no ar em breve. Eu aviso.
Bom, falo do escritório depois. E falo de uma outra paixão também depois: móveis. Mas é basicamente o mesmo assunto, pois o escritório faz desenvolvimento de objetos (móveis é o nosso grande tesão), programação visual, desenho industrial em geral, modelagem e prototipagem, diagramação / editoração / “design” gráfico, e mídias interativas (o tal do uébidesáin, e multimídia desáin).
Volto depois. Inté. 🙂
Bom dia pra quem passar por aqui!! E hoje é sexta-feira!!!!

Volta…

Estimados leitores… (bom, eu acho que existem, já que alguns me escreveram)… eu sumi. Voltei.
Trabalho demais, pepinos demais, e tempo “demenos”.
Por incrível que pareça, apesar de estar um bagaço fisicamente (e muito provavelmente mentalmente também), ando feliz por estar trabalhando tanto. Não é a MELHOR coisa do mundo, mas é bom.
Meu humor anda ótimo, e pelo menos tenho produzido bastante. Mas eu acho que muita gente (que me conhece, aliás) nem tem idéia do que eu “tanto” tenho para fazer.
Hm… falar de trabalho é chato né?
Ok, vou começar o dia com uma seção “Perguntas -idiotas- que não querem calar”.
O que é um “Encontro Universitário de Mística e Militância”?
Qual a utilidade, hoje, do “Movimento Universitário da Juventude Revolucionária”? E qual a proposta deles?
Por que uma notícia ruim nem sempre é uma notícia ruim? E uma notícia boa nem sempre é uma notícia boa?
Por que eu nunca lembro a regra do porque, porquê, por que e por quê? 😛
Bom, vou trabalhar. 😛
Ah!!! Uma última coisa… o Fléti Hed (a.k.a. Henry) mudou o layout. Aliás, agora ele tem dois. Um antigo, do cão, e um novíssimo, que acaba de entrar no ar. Mais uma vez, design pop-enxuto de prima. Parabéns, mano. :)) Ficou duka!!!

Correria…

Segundo dia de correria impossível… Argh.. dois dias sem ver a luz do dia..
Pelo menos tem um pacote de bolachas para me consolar. 🙂
Volto mais tarde.. se der. ARgh!

Correria II

E eu nem sei se eu virei notícia…
Dia corrido mesmo… Volto depoissssss